PALAVRAR
Ler e escrever
é resistir

A sua revista literária. Vozes conhecidas.
Novas vozes que passará a conhecer.

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Revista Literária

Caracterizada pela diversidade de rubricas e temas — da História da Literatura à critica literária, passando pela revisão e edição de textos, escrita motivacional e criativa —, a revista «PALAVRAR – Ler e escrever é resistir» partilha um mosaico de vozes e géneros.

Permite a aprendizagem com quem já trilhou caminho e dá voz a quem deseja começar a traçá-lo. Entre crónicas, contos, histórias infantis e poesia de autores emergentes, destaca também crónicas, artigos de opinião e poesia de nomes consagrados no panorama literário nacional.

Cada edição inclui ainda o questionário de Proust, respondido por um convidado especial.

Leve e próxima dos leitores, mas sem superficialidade, assume-se como uma plataforma de difusão de novas vozes literárias, ampliando o espaço ainda restrito em Portugal para esse propósito.

O mote «Ler e escrever é resistir» nasce das palavras de Lídia Jorge, que afirmou: «A literatura é um ato de resistência absolutamente indispensável» e que é preciso «publicar, ler e divulgar». Queremos fazer parte dessa resistência.

Tal como Fernando Pessoa, temos «o gosto de palavrar».

Venha «palavrar» connosco.

o que pode ler

Gaza 2025

Eis-me aqui, neste século de luz atómica,
cuja brancura é mais pútrida que o bolor do tempo.
Eis-me aqui a vasculhar o sossego da minha filha,

A carta que nunca (te) escrevi

Talvez eu tenha começado esta carta mil vezes.
Nunca no papel, mas sempre no pensamento – e no coração.

Como escrever frases inesquecíveis?

Eu possuo preciosamente um amigo (o seu nome é Jacinto), que nasceu num palácio, com quarenta contos de renda em pingues terras de pão, azeite e gado.

Colheita da Primavera

Seguia-a com um olhar atento. Tinha-a visto crescer, mas pouco reparara nos seus traços, como se Deus ...

Primeira Porta À Direita

Enterrar alguém é fácil. O pior é ter de abrir as gavetas. Sabemos o que advém, para além da dor da própria perda: uma adrenalina de documentos em várias plataformas. O avisar o mundo da sua inexistência e, publicamente, reclamar os deveres e afazeres que ninguém quer.

QUESTIONÁRIO DE PROUST A ...

Momento de poesia

Resumo
Como escritora

Com Filipa Leal

FILIPA LEAL nasceu no Porto em 1979. Tem 16 livros publicados (desde 2003), entre os quais “A Cidade Líquida” ou “Vem à Quinta-feira” (já na 5ª edição) e “Fósforos e Metal sobre Imitação de Ser Humano” (na 3ª edição), ambos finalistas do Prémio Correntes d’Escritas e semifinalistas do Prémio Oceanos. A sua obra está editada em Espanha, no Brasil, na Colômbia, em França (com a plaquete “La Ville Oubliée”), na Polónia, no Luxemburgo e na Grécia, e representada em várias antologias em Portugal e no estrangeiro. Formada em Jornalismo pela Universidade de Westminster (Londres), é Mestre em Estudos Portugueses e Brasileiros pela Faculdade de Letras do Porto, aonde voltou em 2013 para uma formação em escrita de argumento.

Em 2010, teve um dos seus poemas exposto no Metro de Varsóvia, na iniciativa «Poems on the Underground». Em 2012 e 2014, representou Portugal em Berlim – no Festival de Poesia de Berlim e na Conferência dos Escritores Europeus 2014/Long Night of European Literature, no âmbito da qual fez uma leitura dos seus poemas no Deutsches Theater. Em 2016, foi a poeta portuguesa que integrou uma instalação sonora europeia na British Library, em Londres, com o poema “Hoje, também os carros dançam “. Em 2023, o poema “Quanto tempo para o intervalo” esteve exposto na Polónia na iniciativa “Poems in the City”. A 5 de Maio de 2025, representou Portugal na Casa da Poesia de Berlim, com uma leitura de poemas seus, no Dia Mundial da Língua Portuguesa.

Nos últimos 16 anos, colaborou nos programas de televisão, da RTP2, “Câmara Clara” (“Diário Câmara Clara”); “Agora Literatura”; “Literatura Aqui” (Prémio SPA 2017 para Melhor Programa de Entretenimento); “Nada Será como Dante”; e “A Pequena Biblioteca” (desde Abril 2025, no qual é responsável pela escrita e apresentação). Antes disso, passou pela Rádio Nova (Porto); foi editora do suplemento literário “das Artes, das Letras” no jornal O Primeiro de Janeiro; colaborou com a revista “Os Meus Livros” e com a revista “Pessoa”, da Casa Fernando Pessoa, entre outras.

Desde 2003, participa regularmente em recitais de poesia por todo o país.

Como argumentista, destaque para o guião do filme “Jogo de Damas”, com a realizadora Patrícia Sequeira (Prémio de Melhor Guião nos Festivais de Cinema do Chipre e de Copenhaga); e para a série “Mulheres Assim” (2016), na RTP1.

Em Março de 2025, foi curadora, com Maria do Rosário Pedreira, do Dia Mundial da Poesia no CCB.

Em Abril, a Expo Osaka 2025 (Japão) apresentou, no Pavilhão de Portugal, uma exposição da CIM DOURO, com curadoria de Filipa Oliveira, que incluía 10 poemas inéditos de Filipa Leal sobre o Douro, gravados também na sua voz.

O livro de poemas “Adrenalina” (ed. Assírio & Alvim, 2024; finalista do Prémio Livro do Ano Bertrand – Melhor Livro de Poesia) assinalou os seus 20 anos de poesia.

Acaba de publicar “A Lentidão do Mundo” (ed. Nova Mymosa, 2026).

colunistas
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Ana Salgado

Língua mátria

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David Roque

Gaveta criativa

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Marco Neves

Língua mátria

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João Ventura

Crónica do viajante

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Júlia Domingues

Da palavra à força

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Sandra Barão Nobre

A Biblioterapeuta sugere

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Tânia Ganho

Palavra de leitor

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Maria Luisa Francisco

Resistentia poetica

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Mário Rufino

Palavra de leitor

novas vozes

Quando um grupo de apaixonados pela escrita e pelo prazer da leitura se reúne e trabalha afincadamente, o resultado só poderia ser uma coleção inédita de contos, crónicas, histórias infantis, poesias, textos motivacionais, que não deixará nenhum leitor indiferente.

Conheça estas novas vozes, autores de várias idades, profissões e portugalidades com um interesse comum pela magia das palavras.