PALAVRAR
Ler e escrever
é resistir

A sua revista literária. Vozes conhecidas.
Novas vozes que passará a conhecer.

Revista Palavrar - numero 3 - Jul2022

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Revista Literária

Caracterizada pela diversidade de rubricas e assuntos (História da literatura, escrita criativa, escrita motivacional, revisão e edição de textos, crítica literária), a PALAVRAR — Ler e escrever é resistir partilhará crónicas, contos, histórias infantis, poesia de autores desconhecidos, a par de crónicas, artigos de opinião e poesia de vozes conhecidas no panorama literário nacional. Incluirá ainda o questionário de Proust a um convidado especial por edição.

Objetivo: possibilitar uma aprendizagem com quem vai na dianteira e dar voz a quem deseja gizar caminho.

Será leve e próxima dos leitores, mas não superficial. Funcionará como plataforma de difusão de novas vozes literárias, alargando o pouco espaço atualmente existente em Portugal com esse propósito.

Para o mote «Ler e escrever é resistir», inspirámo-nos nas palavras de Lídia Jorge, que afirmou certa vez: «A literatura é um ato de resistência absolutamente indispensável» e é preciso «publicar, ler e divulgar». Queremos, definitivamente, fazer parte dessa resistência.

Tal como Fernando Pessoa também temos «o gosto de palavrar».

Venha «palavrar» connosco.

o que pode ler

Queria já não quer

A mais famosa pergunta dos cafés portugueses permite-nos conhecer um dos erros linguísticos mais comuns e menos discutidos: o literalismo.

O escuro que te ilumina

Em Portugal, temos o hábito muito entranhado de, em público, não chamarmos as coisas pelos seus nomes, não darmos os nomes devidos às coisas.

Os outros não somos nós

Quando nascemos, nascemos nós. Nascemos despidos de roupas e ignoramos o preconceito.

Passeante de Paris

Gosto de Paris, porque, como escreve Enrique Vila-Matas, “Paris Nunca se Acaba”.

No leito fluido da escrita

Pedras roladas, sapos coaxantes, peixes distraídos, lama escura, limo esguio, folhas de árvores, detritos espúrios, pessoas lúdicas, ramos boiantes é o que o rio encontra no caminho, a diversidade infinita que toma para si.

QUESTIONÁRIO DE PROUST A ...
Raul Min’alma

Momento de poesia

Resumo
Como escritor
Ana Sofia Brito nasceu em Albufeira em dezembro de 1983. Aos dezasseis anos começou a trabalhar em teatro, como atriz, em paralelo com espetáculos de rua, e aos dezassete ingressou na Universidade de Coimbra, onde esteve dois anos. Posteriormente estudou teatro, teatro físico e circo em cidades como Barcelona, Rio de Janeiro e Lisboa.

Em 2020 completou vinte anos de carreira como artista performativa. Frequenta o Clube de Escrita Criativa de Lagoa desde 2017. Em 2021, em plena pandemia, escreveu e publicou o seu primeiro livro, Em Breve, Meu Amor, que conta com apresentações em Portugal e no Brasil. Atualmente, está em digressão com o seu mais recente espetáculo, Amor ou Sanidade, escreve para o jornal SeteMargens e tem um programa de rádio intitulado Palavra Corrente.

O Homem do Trator é o seu primeiro livro de poesia.

colunistas
Ana Salgado
Ana Salgado

Língua mátria

David Roque
David Roque

Gaveta criativa

Filipa Melo
Filipa Melo

A Literatura pelos tempos

João Ventura
João Ventura

Crónica do viajante

Júlia Domingues
Júlia Domingues

Da palavra à força

Sandra Barão Nobre
Sandra Barão Nobre

A Biblioterapeuta sugere

Tânia Ganho
Tânia Ganho

Palavra de leitor

Maria Luisa Francisco
Maria Luisa Francisco

Resistentia poetica

Mário Rufino
Mário Rufino

Palavra de leitor

Marco Neves
Marco Neves

Língua mátria

novas vozes

Quando um grupo de apaixonados pela escrita e pelo prazer da leitura se reúne e trabalha afincadamente, o resultado só poderia ser uma coleção inédita de contos, crónicas, histórias infantis, poesias, textos motivacionais, que não deixará nenhum leitor indiferente.

Conheça estas novas vozes, autores de várias idades, profissões e portugalidades com um interesse comum pela magia das palavras.