PALAVRAR
Ler e escrever
é resistir

A sua revista literária. Vozes conhecidas.
Novas vozes que passará a conhecer.

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Revista Literária

Caracterizada pela diversidade de rubricas e assuntos (História da literatura, escrita criativa, escrita motivacional, revisão e edição de textos, crítica literária), a PALAVRAR — Ler e escrever é resistir partilhará crónicas, contos, histórias infantis, poesia de autores desconhecidos, a par de crónicas, artigos de opinião e poesia de vozes conhecidas no panorama literário nacional. Incluirá ainda o questionário de Proust a um convidado especial por edição.

Objetivo: possibilitar uma aprendizagem com quem vai na dianteira e dar voz a quem deseja gizar caminho.

Será leve e próxima dos leitores, mas não superficial. Funcionará como plataforma de difusão de novas vozes literárias, alargando o pouco espaço atualmente existente em Portugal com esse propósito.

Para o mote «Ler e escrever é resistir», inspirámo-nos nas palavras de Lídia Jorge, que afirmou certa vez: «A literatura é um ato de resistência absolutamente indispensável» e é preciso «publicar, ler e divulgar». Queremos, definitivamente, fazer parte dessa resistência.

Tal como Fernando Pessoa também temos «o gosto de palavrar».

Venha «palavrar» connosco.

o que pode ler

Onde tudo começa

Está aqui implícito tudo o que se queira salientar sobre como “o sonho comanda a vida”.

Pelo sonho é que vamos

Desde sempre, esta faculdade com que a natureza nos dotou intriga-nos e impele-nos a desvendar-lhe sentidos.

“Intervenções” de um rabugento

São muitas as vezes em que um leitor acompanha o nome Michel Houellebecq com um esgar a denunciar sabor azedo, ou olor desagradável.

O oniromante de Azaruja

A vida de jornalista é limpa? Sorrio-me. Conto esta: era dia de corrida para cumprir peça jornalística e tudo correu mal.

Biblioterapia. Tudo é Possível

Um dos benefícios da Biblioterapia enquanto arte que cuida de nós através da leitura de histórias, é o facto de “fomentar a independência do leitor e o seu papel activo.

QUESTIONÁRIO DE PROUST A ...
joão de melo

Momento de poesia

Resumo
Como escritor

João Melo nasceu em 1955 em Luanda, onde mora. É escritor, jornalista, publicitário, professor universitário e consultor. Membro fundador da União de Escritores Angolanos, de que foi secretário-geral e presidente. Membro fundador da Academia Angolana de Letras. Foi deputado e ministro.

Tem-se dedicado ao conto, crónica, poesia e ensaio. Publicado em Angola, Portugal, Brasil, Itália e Cuba. Tem textos traduzidos para inglês, francês, alemão, húngaro, árabe e mandarim. Está representado em várias antologias de poesia e de contos, em Angola e no estrangeiro. Em 2009 recebeu o Grande Prémio de Cultura e Artes, categoria de literatura, pelo conjunto da sua obra.

colunistas
Ana Salgado
Ana Salgado

Língua mátria

David Roque
David Roque

Gaveta criativa

Filipa Melo
Filipa Melo

A Literatura pelos tempos

João Ventura
João Ventura

Crónica do viajante

Júlia Domingues
Júlia Domingues

Da palavra à força

Sandra Barão Nobre
Sandra Barão Nobre

A Biblioterapeuta sugere

Tânia Ganho
Tânia Ganho

Palavra de leitor

Maria Luisa Francisco
Maria Luisa Francisco

Resistentia poetica

Mário Rufino
Mário Rufino

Palavra de leitor

Olinda Beja
Olinda Beja

Lusofonias

Marco Neves
Marco Neves

Língua mátria

novas vozes

Quando um grupo de apaixonados pela escrita e pelo prazer da leitura se reúne e trabalha afincadamente, o resultado só poderia ser uma coleção inédita de contos, crónicas, histórias infantis, poesias, textos motivacionais, que não deixará nenhum leitor indiferente.

Conheça estas novas vozes, autores de várias idades, profissões e portugalidades com um interesse comum pela magia das palavras.