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Paulo Pereira

Paulo Pereira

Paulo Jorge Pereira nasceu a 13 de agosto de 1970 em Lisboa. Licenciado em Comunicação Social pela Universidade Nova de Lisboa (FCSH), a paixão pelo Jornalismo levou-o a trabalhar , a partir de 1992, em jornais como A Bola, Record, Diário Económico e Jornal Económico.

Em 2017 trabalhou no Sindicato dos Jornalistas e publicou o romance “Filhos da Primavera Árabe”. De janeiro de 2018 a maio de 2019 foi chefe de redação do semanário Contacto, jornal português no Luxemburgo. Em maio de 2021 entregou a Carteira Profissional de Jornalista, passando a exercer funções como assessor de imprensa do Ministério do Ambiente e da Ação Climática.

João Melo

João Melo nasceu em 1955 em Luanda, onde mora. É escritor, jornalista, publicitário, professor universitário e consultor. Membro fundador da União de Escritores Angolanos, de que foi secretário-geral e presidente. Membro fundador da Academia Angolana de Letras.

Foi deputado e ministro. Como escritor, tem-se dedicado ao conto, crónica, poesia e ensaio. Publicado em Angola, Portugal, Brasil, Itália e Cuba. Tem textos traduzidos para inglês, francês, alemão, húngaro, árabe e mandarim. Está representado em várias antologias de poesia e de contos, em Angola e no estrangeiro. Em 2009 recebeu o Grande Prémio de Cultura e Artes, categoria de literatura, pelo conjunto da sua obra.

Porventura Correia

Olinda Beja

Olinda Beja nasceu em Guadalupe – S. Tomé e Príncipe (1946). Criança ainda deixou as ilhas e passou a viver do outro lado do mar, em terras frias e alcantiladas da Beira Alta.

Um dia resolveu voltar às suas raízes maternas. Chamou-a o som do ossobô, os rios caudalosos, o canto das aves exóticas, a voz de Sam Lábica, sua mãe… Derramou então a sua vida dupla entre mar e montanha, Europa/África, em palavras poéticas, fundas, sentidas, em páginas de livros por onde vai mitigando uma sede antiga… Divide o seu tempo entre Portugal e S. Tomé onde vive em Batepá, na sua casinha de madeira, herança materna…

Miguel Arranhado

Miguel Arranhado

Licenciado em Ciências da Linguagem e da Comunicação, pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Editor no Repórter Sombra. Amante das Artes e da Cultura. Politólogo de sofá. Curioso por natureza. Fascinado pelas pessoas e pelo mundo. É nas palavras e nos traços numa folha em branco que me encontro. Crítico. Perfeccionista. Maníaco por informação. Criativo. E assim assim…

Ana Sofia Brito

Ana Sofia Brito nasceu em Albufeira em dezembro de 1983. Aos dezasseis anos começou a trabalhar em teatro, como atriz, em paralelo com espetáculos de rua, e aos dezassete ingressou na Universidade de Coimbra, onde esteve dois anos. Posteriormente estudou teatro, teatro físico e circo em cidades como Barcelona, Rio de Janeiro e Lisboa.

Em 2020 completou vinte anos de carreira como artista performativa. Frequenta o Clube de Escrita Criativa de Lagoa desde 2017. Em 2021, em plena pandemia, escreveu e publicou o seu primeiro livro, Em Breve, Meu Amor, que conta com apresentações em Portugal e no Brasil. Atualmente, está em digressão com o seu mais recente espetáculo, Amor ou Sanidade, escreve para o jornal SeteMargens e tem um programa de rádio intitulado Palavra Corrente.

O Homem do Trator é o seu primeiro livro de poesia.

Helena Cruz Ventura

Helena Cruz Ventura

Helena Cruz Ventura, a Lena dos Livros, tem quatro crianças e é uma leitora apaixonada. É licenciada em Sociologia e Mestre em Ciências da Comunicação, na área de Media e Jornalismo.

Incentivadora à leitura desde que se conhece enquanto leitora, admiradora, leitora (e “releitora”) da obra de José Saramago, tem vindo a fazer divulgação literária desde Fevereiro de 2020 na sua página Os Livros da Lena, na rede social Instagram e, desde 2022, no canal de YouTube com o mesmo nome. Crente do chamamento literário. É uma acérrima defensora de que os livros devem ser de e para toda a gente, pela liberdade da escrita e da leitura.

Cobramor

Cobramor é o pseudónimo literário de Hugo Filipe Lopes, praticante de poesia vadia, escritor amaldiçoado, de alma Beatnik, espírito libertário e inspiração mística. Formado em sociologia, nasceu na década de 70 numa Lisboa há muito desaparecida e emigrou recentemente para o sul profundo para tentar viver deliberadamente.

Premiado no concurso Lisboa à Letra e mencionado no concurso de poesia da Casa da Moeda, fez também traduções literárias de nomes como John Zerzan, Robert Frost, Patti Smith ou Bill Wolak.

Publicou o seu primeiro livro, “O fim da noite” em 2016 pelas publicações Nabo e o seu mais recente trabalho, “Sol Invicto”, pela editora Traça.

Tem participações em diversas revistas e eventos literários, encontrando-se de momento numa digressão literária pelos sítios prováveis e sobretudo pelos mais improváveis.

Brevemente conhecerá a luz do dia o seu primeiro livro infantil, “O atlas do coração”.

Está sempre aberto a propostas e parcerias, de preferência, indecentes, improváveis e até inacreditáveis.

Ronaldo Cagiano

Ronaldo Cagiano nasceu em Cataguases (MG , Brasil), viveu em Brasília e São Paulo, formou-se em Direito e trabalhou na Caixa Econômica Federal, onde aposentou-se, estando radicado em Portugal há seis anos.

É autor, dentre outros, de “Dezembro indigesto” (Prêmio Brasília de Literatura, Contos. 2001), “Dicionário de pequenas solidões” (Contos, Ed. Língua Geral, Rio, 2006), “O sol nas feridas” (Poesia, Ed. Dobra, SP, finalista do Prèmio Portugal Telecom 2012),  “Eles não moram mais aqui” (Contos, Prêmio Jabuti 2016), “Cartografia do abismo” (Poesia, Ed. Laranja Original, SP, 2020) e ‘Arsenal de vertigens” (Húmus Editorial, Portugal 2022).

Está sempre aberto a propostas e parcerias, de preferência, indecentes, improváveis e até inacreditáveis.

Clara Andrade

Nasci num lugar das Beiras entre as serras da Lapa e da Estrela, nas “terras do demo” do Aquilino, ou no lugar antigo de Beira, deusa pagã e senhora do inverno.

Vivo e trabalho no Algarve desde 1988. Licenciei-me em Filosofia pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e durante seis anos fui professora do ensino secundário em diferentes escolas do Algarve, tornando-me, de 1996 até agora, responsável pela Biblioteca Municipal de Lagoa onde também sou coordenadora do Clube de Leitura.

Leio, pinto e escrevo, lugares luminosos por onde gosto de andar.

Tenho participado em exposições coletivas e individuais.

Obtive o primeiro prémio no Concurso Escrita Criativa Poeta António Aleixo com o conto E sobre tudo Camélias, publicado numa antologia pela Onyva e menções honrosas no Prémio Literário Hernâni Cidade e no Prémio Literário Manuel Teixeira Gomes. Areia é o meu primeiro livro de poesia.

Tenho dois filhos. Deles e da poesia direi que me falam sobre o que no mundo e em mim essencialmente é e respira, sobre o que caprichosamente se mostra e esconde. São vozes enigmáticas que às vezes troam, às vezes murmuram, às vezes se calam. São as vozes que importam. Acho que delas também sou feita.