Ana Paula Miranda

Ana Paula Miranda

O Armazém de coisas nenhumas

Na esquina mais esquecida de uma cidade desmemoriada, entre uma farmácia com a porta identificada com o letreiro “Fecho por...

A última dentada

O relógio avança sem olhar para trás. A cada movimento dos ponteiros dá algumas respostas explícitas e outras menos evidentes....

Pathétique

São Petersburgo amanheceu embaciada. Mirava-se nas águas do Neva, mostrando-se um tanto indefinida com toques desfocados. O céu haveria de...