Ricardo Godinho

Paz é aconchego. Aconchego é perdão. Perdão é reconciliação.

Paz é aconchego. Aconchego é perdão. Perdão é reconciliação.

Há muito que escrevo, para mim, para ti, para nós. Há muito que procuro, ao escrever, reconciliar-me comigo, contigo, connosco. Há muito que espero, ao escrever, encontrar-me, encontrar-te, encontrarmo-nos. Passeio-me longas horas na emoção, entre letras cruzadas, palavras unidas, no sofrimento esmagador que a tua ausência transporta, em mim, em ti, em nós. Recordo-me de

Paz é aconchego. Aconchego é perdão. Perdão é reconciliação. Read More »

Oh, pá, riam-se

Poderia recordar aquele domingo apenas como o dia em que pela primeira vez passeei de mota — de pendura, por ainda não saber conduzir —, no entanto, algo mais é digno de relembrar. Após alguns quilómetros, recheados de sensações despertadas pelo vento no corpo e empatia com todos os que se cruzavam nas suas motas,

Oh, pá, riam-se Read More »

tempo

Tempo

É veloz e corre rápido como uma criança,Deixa feridas expostas que ficam abertas,Anda mais devagar e traz-nos esperança!Quero ir amando e fazendo descobertas. Contigo, imagino paz, amor, magia e fantasia,Um mundo com as cores do bonito arco-íris,Ciência de mãos dadas com a escrita e poesia,Um mundo envolto na beleza dos dias primaveris. Que para as

Tempo Read More »

aisha

Aisha

Aisha é uma menina que vive numa aldeia varrida por tempestades, mesmo sem rio ou mar. As cabras dóceis pastam no tempo. A linguagem da tristeza instalou-se. Os sorrisos perderam o seu poder redentor. Só há pedras fustigadas pelo vento. Numa boneca com um braço perdido, inventam-se mundos, criam-se enredos onde brincam meninas de cabelos

Aisha Read More »

Procuro-te

Onde estás? Procuro-te nas ondas e marés, Na água salgada das lágrimas derramadas, Nos rios e riachos que desaguam nas mágoas da maresia.   Onde estás? Procuro-te nas palavras errantes, Nas palavras engolidas que provocam indigestão E corroem as veias e artérias do coração.   Raios! Onde estás? És invisível aos olhos? Intocável às mãos?

Procuro-te Read More »