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tatuagem

Tatuagem

O pecado Fruto do corpo estilhaçado Que em mim se demorou, Tatuado me deixou O pecado.   Cada ruga, cada vinco Faz do corpo o meu destino. Sinto na pele O pecado. Como se faltasse um bocado Do que agora é Decadente e deformado Grande e decadente.   E a cada toque As ondas voluptuosas

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viver

Viver

A vida é apenas um intervalo entre nadas. O nada de ainda não termos nascido, e o nada de já termos morrido. A vida é escadas. É uma ligação entre dois vácuos iguais, mas diferentes. A vida é uma ponte entre a inexistência total e a vastidão do não ser, brutal. A vida é um

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A Literatura pelos tempos - Idade Média à Idade de Ouro - Gisela Silva

Idade Média à Idade de Ouro da Literatura em Portugal

Se na Idade Média, os trovadores e a poesia lírica constituíram umas das principais manifestações literárias, testemunhadas pelos três Cancioneiros, os finais do século XIV foram o momento em que, para além da poesia, as crónicas fizeram finca-pé, relatando o que se passava na nação. Ora, tal permite-nos afirmar que, desde a crise de 1383-1385,

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queria um café de marcos neves

Queria um café

Queria um café? Já não quer? A mais famosa pergunta dos cafés portugueses permite-nos conhecer um dos erros linguísticos mais comuns e menos discutidos: o literalismo. Que se acuse quem, depois de usar a palavra «queria», nunca enfrentou a pergunta: «Queria? Já não quer?». Uma inocente piada de café, dirão. Talvez. Mas não deixa de

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manuscrito de joão melo

Manuscrito

Foste entrando em mim discreta e silenciosa com teus brilhos de água no olhar tuas palavras medidas como promessas inacreditáveis malha que foste tecendo simplesmente impelida pelo teu coração   Eu via no ar uma rede de água e nela mergulhei como um fauno temeroso e contudo temerário disposto a descobrir o segredo dos teus

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