PoR AMoR à ArTe
24 de dezembro, tocou o alarme. Desliguei-o. Dia CINZENTO e nublado escurecia os dígitos do aparelho, impiedoso e pontual. Voltei a aninhar-me na cama mais uns minutos, mas, passado menos que isso, o alarme tocou outra vez. Desliguei-o. Santo Deus, invoquei. Pedaços de lã unidos, em forma de malmequeres, divina obra de arte, pousava sobre […]









