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Surpresas

Surpreenda-me nesta vida toda a mentira. Quando do que se passa não tenho ideia! Queria adivinhar como se fosse uma feiticeira. Saber o lado certo de onde nasce a lua cheia.   Surpresas gosto muito quando elas são boas. Que me tragam alegria e não contrariedade. Adoro da vida as canções que para mim entoas; […]

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Poderá o amor levantar-nos do chão?

Eram casas com berços, tapetes tecidos com cores de verão, estendais de roupa, colos que embalavam filhos, desejos de mar. Preces de liberdade, lançadas ao céu, fantasiadas em papagaios de papel, presos por ténues fios de esperança.   São escombros, ossos desfeitos no trovão, ferros retorcidos, trapos tingidos de sangue, almas rasgadas, prantos mudos, rostos

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O vazio

Semeias esperança nos olhos. Não sabes se colherás frutos ou até se o caule brotará da terra. Persistes, onde tudo o que sobra é pequeno e rodeado de muros, como se a luz fosse escassa e o lado que os trespassa revela fronteiras incertas, desenhadas a régua e a esquadro. E mesmo que escutes o

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O trágico

Para quem não vive   No reino onde a Morte é soberana, o mortal descansará. Inevitável é o chamamento.   A Parca é justa. Pouco se importa com conta bancária, fama ou honra lendária.   No lado certo (o da Ceifeira?), não há vaidade. Igualdade. Todos paridos, o mesmo destino.   No lado certo (o

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