O espelho
Pumba, catrapumba! Maria atirou a escova do cabelo para o chão. Deitou as mãos à cabeça e despenteou-se. — Nunca vou ser uma bailarina de verdade! — disse, olhando-se ao espelho que tinha no canto do quarto, de braços cruzados, língua de fora e franzido a testa. — Vem cá! Vou mostrar-te o que não […]









